Pastoreio #58

ESPIRITUALIDADE

Nesse pastoreio e no próximo trataremos do tema espiritualidade, considero o assunto extremamente relevante, considerando o nosso propósito de consolidar a visão de sermos uma igreja bíblica e relevante, por isso decidi dedicar dois pastoreios ao mesmo tema.

Começo a escrita desse pastoreio ressaltando que nossa denominação é pentecostal, cremos que os dons dados pelo Espírito Santo são também para os dias atuais, cremos no mover sobrenatural de Deus. Antes de falarmos sobre a espiritualidade, vamos falar de modo sintético sobre o movimento pentecostal e do nascimento da nossa denominação durante a segunda onda do movimento pentecostal no Brasil.

Antes de seguirmos vamos de modo bem resumido trazer algumas informações sobre o segmento no qual fazemos parte, o meio Pentecostal.

(8, p.29) O movimento pentecostal, em suas raízes, tem início marcante com Willian Joseph Seymour, era chamado de “apóstolo negro”, foi o instrumento usado por Deus para começar um grande avivamento na Rua Azuza, famosa desde então.

(8, p.29) Seymour, filho de escravos alforriados, estudou na Escola Bíblica Betel, liderada por Charles Fox Parham, escola na qual o movimento de “línguas estranhas” teve início em 1901, logo tal manifestação se espalhou.

A Congregação Cristã do Brasil inaugura a chegada do movimento pentecostal em nosso país em 1910, em 19 de novembro de 1910 chegaram ao Brasil os suecos Adolph Gunnar Vingren e Daniel Gustav Högberg, (no Brasil são mais conhecidos como Gunnar Vingren e Daniel Berg).

De acordo com Elienai Cabral, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg em 1911 iniciaram a Igreja da Fé Apostólica que hoje é Assembleia de Deus (11, p.67).

(11) O Movimento Pentecostal não é uma dissidente da Igreja de Cristo, mas a sequência vivida pelos apóstolos com o Espírito Santo que era e é presente e atuante na vida da Igreja.

(8, p.45) O desenvolvimento do pentecostalismo no Brasil começou em 1910, porém, estatisticamente, os pentecostais só passam a ser computados oficialmente a partir do censo de 1980. O mesmo cresceu o suficiente para se tornar o maior contingente evangélico do país. Ao mesmo tempo em que o movimento cresce no Brasil, ele também se divide. Na medida em que as instituições são organizadas, ocorrem divergências entre os próprios membros do clero que criam outras denominações com os dissidentes das igrejas que iniciaram o movimento pentecostal.

Qualquer pessoa que ingressasse no movimento pentecostal poderia, segundo a crença do movimento, receber um desses dons por vontade divina e praticá-los independente da sua posição social, acadêmica ou eclesiásticas. Essa facilidade atrairia pessoas de outras denominações e religiões, aumentando assim a quantidade de membros no movimento. A popularização dos trabalhos e atividades sacerdotais se dá justamente por não haver uma exigência acadêmica ou teológica e sim uma ênfase nas manifestações espirituais.

Nossa história > Segundo Isael de Araújo, no Dicionário Movimento Pentecostal (9, p.360) registra a história do nascimento da Igreja Cristã Pentecostal da Bíblia do Brasil, “no final da década de 1940 membros da Igreja Presbiteriana Independente do bairro do Cambuci, desejosos da plenitude do Espírito Santo, começaram a participar dos retiros espirituais promovidos pelo rev. Carl W. Cooper e sua esposa Sarah Cooper, conhecidos como Daddy e Mother Cooper, em um sítio, na região de Suzano (SP), onde também funcionava um orfanato dirigido pelo casal. Grupos de oração reuniam-se na residência do casal Epaminondas e Ada Silveira Lima. Ali, o pastor americano Dom Philips ministrou durante uma campanha de oração. Dom Philips colocou o casal Silveira Lima em contato com o pastor Harold Edwin Willians, que trouxe ao Brasil o evangelista Raymond Boatright, conhecido como “Mister Slim” (ex-cowboy americano).

Ao retornar de uma viagem, Epaminondas encontra a sua esposa falando em línguas, com uma nova dinâmica em sua vida, muito mais animada do ele jamais vira, a princípio o Epaminondas demonstrou certa resistência nessa nova forma de demonstração espiritual. Certa noite em sua casa, Deus levantou sua empregada doméstica, que era analfabeta, falando em profecia no idioma inglês, pensando haver chegado visita dos Estados Unidos, Epaminondas levantou a cabeça e ficou observando, foi então que caíram suas resistências àquelas manifestações, estava convencido de que era Deus quem estava fazendo tal obra. Em sua cozinha em torno da mesa, através das mãos da missionária Ada, orou ousadamente “Jesus, batiza-me, hoje, no teu Espírito Santo, ou não lhe peço mais!” Nesse dia Epaminondas foi batizado no Espírito Santo.

Mais adiante o evangelista Boatright precisou retornar a seu país, foi então que o agora Pastor Epaminondas Silveira Lima herdou a tenda fornecida pela Oral Roberts, e trazida dos Estados Unidos por aquele avivalista.

Começou, então, a Cruzada Brasileira de Evangelização no bairro do Cambuci (SP), no Pari e Jabaquara, tendo seu primeiro templo construído na Rua Pedro Severino Junior, 54 no Jabaquara, onde funciona a sede nacional. Em 1958 foi registrada a ata de fundação oficial da Igreja Cristã Pentecostal da Bíblia do Brasil, conheça nossa história pelo endereço da internet:
https://pentecostaldabiblia.com.br/aigreja/

(10, p.88 a 90) A primeira onda pentecostal ocorre de 1910 a 1950, basicamente existem duas denominações a Assembléia de Deus e a Congregação Cristã no Brasil. Segundo João Décio Passos, o foco é o falar em línguas, também é marcada pela centralização em alguns líderes que exercem o poder de controle de maneira um tanto autoritária e em oposição à cultura letrada.

(10, p.91 a 93) A segunda onda do movimento ocorre de 1950 a 1960, tendo como marca a fragmentação e pluralidade de grupos e denominações, pode ser considerada, segundo Passos, como um reavivamento pentecostal à brasileira, com ênfase nos dons de cura, na glossolalia e na expulsão de espíritos imundos/ demônios, passaram a usar estádios e lugares grandes para realização dos cultos, uso da rádio e a satanização da televisão.

(10, p.93 a 90) A terceira onda do movimento ocorre a partir de 1980, as denominações que surgem na terceira onda, já estavam na segunda onda, seguem com oração por cura, expulsão de demônios, uso de rádios, passa a existir uma racionalização mais efetiva sobre o dízimo, ressalta-se a hierarquização, passam a utilizar a televisão como meio de comunicação com o fiéis e com o objetivo de alcançar-se novos fiéis. Adotam a teologia da prosperidade e investem na espetacularização do culto, trazem a lógica empresarial para as denominações, focam na arrecadação dos dízimos e ofertas.

1º Recorte – A ESPIRITUALIDADE COMO MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

O assunto espiritualidade cristã é amplo e contempla tanto a transformação do caráter, bem como a vivência e experiência das ações misteriosas de Deus, cuja a mente não humana não pode explicar.

Como cristãos existem comportamentos que sem a ajuda do Espírito, sem a fé e o temor a Cristo, dificilmente conseguiríamos ter, por exemplo, em Efésios 5.21 “Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo. Sujeitar uns aos outros não é uma tarefa tão fácil considerando que temos um ego que grita, uns mais outros menos, por reconhecimento, por receber os créditos e a honra, conseguir agir da forma como a palavra orienta é ser uma pessoa espiritual.

Quando o nosso comportamento se encaixa na orientação bíblica, a nossa espiritualidade no comportamento é atestada, por exemplo, quando um homem trata bem a sua esposa, está sendo espiritual (1 Pedro 3.07).

Vamos de modo resumido conceituar o que é espiritualidade. No meio secular a palavra espiritualidade (2, p.2275), trata como um termo vindo latim “spiritualitale” que fala da qualidade do que é espiritual; misticismo.

Sobre a espiritualidade, Champlin e Bentes (3, p.518), escrevem que “o homem espiritual é aquele que tem conseguido através da operação do Espírito, combinada com sua efetuação correspondente (Fp. 2.12,13), algum grau de espiritualidade que o separa dos demais homens que podem ser chamados naturais ou carnais (1 Co. 2.14, 3.04). Ele tem progredido na sua transformação à imagem de Cristo (Rm. 8.29 / 2 Co. 3.18).”

O Dicionário Wycliffe (4, p. 686), menciona que o “homem espiritual é o cristão que atingiu a maturidade (1 Co. 2.15, 3.01, Gl. 6.01), no qual abunda o fruto do Espírito. O cristão carnal, ao contrário, é aquele que permanece imaturo e ainda é uma criança em termos espirituais.”

O Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento (5, p.739, 740), descreve o termo espiritual “pneumatikos”, como um adjetivo que se forma de pneuma, que transmite o sentido de pertencer ao âmbito de espírito/Espírito, da essência ou natureza de espírito/Espírito, que concretiza ou manifesta o espírito/Espírito.”
(5, p.739, 740) “Qualquer dom “charisma”, que Paulo reparte com os romanos será espiritual, da parte do Espírito, e expressará a vida e o poder do Espírito (Rm. 1.11). A lei é espiritual, no sentido de que é derivada do Espírito (dada mediante a revelação e a inspiração) e tinha como alvo a efetivação de um encontro frutífero entre o Espírito divino e o espírito humano (Rm. 7.14).

O apóstolo tinha comportamentos que atestavam quem ele tinha por seu Senhor, mesmo com os seus perseguidores, Paulo agia com amor e misericórdia, seguindo firme na missão que Cristo o havia confiado, pregar o evangelho a judeus e a gentios.
(5, p.739, 740), Como homem espiritual “Paulo destaca-se pelo seu amor e preocupação pelos outros , pela sua falta de egocentrismo e inveja, e pela sua capacidade de distinguir aquilo que o amor dita, daquilo que é meramente lícito, aquilo que vem de Deus, daquilo que é meramente inspirado, aquilo que é de benefício para a comunidade inteira, daquilo que meramente edifica o indivíduo (1 Co. 2.13-15 / 14.37 / 2 Co. 10 / 2 Co 13).”

O Dicionário Teológico do Novo Testamente (7, p.493), registra que: Mais que qualquer outro autor do NT, Paulo associa com o viver a vida cristã o conceito do Espírito concedido para habitar no crente. O Espírito não só convence o crente acerca do evangelho, não só promovendo sua pregação, mas é o poder da nova criação para os que vieram a ter fé em Cristo. “Paulo diz que os crentes são guiados pelo Espírito de Deus (Rm. 8.14).”

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A ESPIRITUALIDADE COMO FRUTO DO ESPÍRITO

Argumentação >

A bíblia está repleta de exemplos que indicam como nós, que cremos e amamos a Deus, devemos viver, a nossa vida não se resume a momentos de experiências gloriosas com Deus, também passamos lutas, temos dores, sofremos perdas, mas mesmo assim precisamos permanecer tendo um comportamento segundo o exemplo de Cristo – “se possível for passa de mim esse cálice, todavia seja feita a tua vontade” (Lc. 22.42).

Quem tem o fruto do Espírito tem atitudes e comportamentos que autenticam a presença do Consolador (Gl.5.22,23).

Faça uma relação dos comportamentos e discuta o que podemos elencar como espiritualidade no comportamento, na lida diária como cristãos e cristãs.

Em (Atos 16.25 Por volta da meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus; os outros presos os ouviam.) podemos conjugar a espiritualidade tanto no comportamento, confiavam a ponto de não deixarem a Cristo e ao evangelho, bem como a espiritualidade como manifestação do poder de Deus, (Atos 16.26 De repente, houve um terremoto tão violento que os alicerces da prisão foram abalados. Imediatamente todas as portas se abriram, e as correntes de todos se soltaram).

Penso que não é saudável sermos espirituais somente nos cultos, somente na demonstração de fé com a manifestação dos dons, bem como não é saudável a espiritualidade no comportamento excluindo a manifestação dos dons, na demonstração da fé, é preciso valorizarmos a espiritualidade tanto no fruto do Espírito e nos dons espirituais.

2º Recorte – A ESPIRITUALIDADE COMO MANIFESTAÇÃO DO PODER DE DEUS

Nós servimos um Deus de poder, que faz coisas miraculosas, que cura a quem a medicina desengana, que fala conosco sobre situações e pessoas que não havia como saber, o Espírito Santos nos dota de capacidades extraordinárias e sobrenaturais (1 Co. 12), não tem como não considerar que as manifestações sobrenaturais do Senhor são reais em nossas vidas e na igreja.

(5) Podemos considerar que as coisas do Espírito incluem desde atitudes, experiências sobrenaturais e outras ações, ressaltando que tudo que vem do Espírito se difere do que vem somente do ser humano.

(6, p.306) O Espírito ensina aos discípulos o que dizer (Lc. 12.12); é poder do alto (Lc. 24.49). Revela os mistérios de Deus (Lc. 1.46,47 / At. 11.28 / At. 13.09) e inspira a profecia, realizando a palavra de Joel (At. 2.18). É Espírito de sabedoria (At. 6.03), de fé (At.6.05), de consolação (At. 9,31) e de alegrias (At.13.52). O Espírito dirige os ministros da Igreja nas decisões importantes (At.13.02 / 15.28 / 20.28).”

Nós servimos a um Deus que se relaciona conosco, que nos orienta e avisa antecipadamente dos seus planos, o apóstolo Pedro teve uma experiência que o impactou, resistente quanto a pregar aos gentios, depois de receber uma visão com orientações e ações sobrenaturais de Deus para ele, não havia como o apóstolo duvidar ou como não obedecer.

Atos 10
19 Enquanto Pedro ainda estava pensando na visão, o Espírito lhe disse: “Simão, três homens estão procurando por você.
20 Portanto, levante-se e desça. Não hesite em ir com eles, pois eu os enviei”.

Penso que precisamos de equilíbrio, buscando viver uma espiritualidade no comportamento, mas também ter a manifestação do poder de Deus como espiritualidade, na verdade o que eu estou chamando de duas formas de espiritualidades deveriam ser indissociáveis, ou seja, uma só espiritualidade. A espiritualidade não é construída unilateralmente, ou seja, somente Deus agindo, ainda que para fazermos a nossa parte somos ajudados pelo Espírito Santo, como cristãos somos convidados pelo Senhor a fazer a nossa parte (crer, obedecer, depender).

O apóstolo Paulo vivenciou o poder e as ações sobrenaturais de Deus em sua vida, ele não só foi um plantador e doutrinador das igrejas, mas teve experiências poderosas com o Senhor.

Os apóstolos falaram com grande ousadia perante o sinédrio, bem como receberam livramento de morte (Atos 5.27-42), Jesus voltou a ser a esperança ressurreta dos dois discípulos a caminho de Emaús (Lucas 24.28,29), não faltaram sinais acerca da obra redentora de Deus (Hb. 2.04).

A manifestação do poder de Deus é algo comum entre o seu povo, seja usando pessoas ou através de feitos inexplicáveis pela ciência, o Senhor não somente opera com poder, mas também dá poder a sua Igreja para em nome de Jesus realizar feitos extraordinários.

Mateus 16
16 Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.
17 Estes sinais acompanharão os que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas;
18 pegarão em serpentes; e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal nenhum; imporão as mãos sobre os doentes, e estes ficarão curados”.
19 Depois de lhes ter falado, o Senhor Jesus foi elevado ao céu e assentou-se à direita de Deus.
20 Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, conformando-lhes a palavra com os sinais que a acompanhavam.

A igreja não somente precisa crer, mas também deve orar ao Pai em nome de Jesus para vivenciar os milagres e feitos extraordinários que servem para mostrar ao mundo que Deus é real, que o seu amor e misericórdia estão disponíveis a todos os seres humanos que crerem no Filho (Jesus Cristo).

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A MANIFESTAÇÃO DO PODER DE DEUS COMO ESPIRITUALIDADE

Argumentação >

Não se pode, na medida em que se adquire mais conhecimento, deixar de crer nos mistérios de Deus, na verdade quanto mais conhecemos a palavra do Senhor mais deveríamos crer nas ações sobrenaturais.

A linha que separa as ações feitas por Deus das ações produzidas pela mente humana é fina, entretanto o fato de termos tido experiências ruins, tais como; “profecias” que devidamente analisadas contradigam a palavra de Deus, pessoas que receberam oração por curas e que até testemunham estarem sãs, quando de fato não foram curadas, tomadas de decisões como sendo “inspiradas” por Deus, mas que ferem os princípios bíblicos.

De modo geral não podemos deixar de crer que Deus ainda manifesta do seu poder entre os seres humanos.

O equilíbrio continua sendo o peso fiél da balança, ou seja, se cremos no poder de Deus como manifestação sobrenatural, precisamos também crer para buscar ter uma vida transformada segundo o exemplo de Jesus.
Como crentes não podemos guerrear sobre quem é ou não de Deus, sobre Deus usa esse e não usa aquele, pois não podemos nos esquecer que Deus se manifestou ao profeta Elias na “brisa suave” (1 Reis 19.11-13), ou seja, não podemos afirmar que Deus somente se manifesta do “terremoto” ou somente no “fogo”, é mais sábio crer que o Senhor se manifesta aonde quer quando quer.

Para se pensar…

Quando pensamos sobre espiritualidade considerando as ações de Deus, mas nos isentando das responsabilidades morais e éticas como cristãos, ficamos mais sujeitos a cometermos distorções e erros na interpretação bíblica.

Talvez alguns que abraçaram a espiritualidade como mudança de comportamento sem levar em conta a espiritualidade como manifestação do poder de Deus, pode estar tentando esconder a sua incredulidade quanto aos mistérios do Senhor.

Talvez os que abraçaram a espiritualidade como manifestação do poder de Deus sem levar em conta a espiritualidade como mudança de comportamento, pode estar tentando esconder a sua dificuldade quanto a ter o caráter transformado.

 

2019 – O Ano da Consolidação
de uma igreja bíblica e relevante

Pastor Ronildo Queiroz
Serviçal da Igreja de Jesus Cristo

 

 

Referências

1. Bíblia Shedd, Alm eida Revista e Atualizada, Editora Vida Nova.
2. Enciclopédia Barsa Universal, vol. 7, Editora Barsa Planeta.
3. Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia, vol. 2, D-G, R.N. Champlin, J.M. Bentes, Editora Candeia.
4. Dicionário Bíblico Wycliffe, 7ª impressão. Charles F. Pfeiffer, Howard F. Vos, John Rea. Ed. CPAD.
5. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, Lothar Coenen, Colin Brown, Editora Vida Nova.
6. Dicionário Bíblico, John L. McKenzie, Editora Paulus.
7. Dicionário Teológico do Novo Testamento, Daniel G. Reid, Editora Vida Nova, Edições Loyola.
8. ALENCAR, Gedeon Freire. Assembleias de Deus: origem, implantação e militância (1911-1946). São Paulo: Arte Editorial, 2010.
9. ARAUJO, Isael de. Dicionário do movimento pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD, 2007.
10. Pentecostais Origens e começo, João Décio Passos, Editora Paulus.
11. Movimento Pentecostal: as doutrinas da nossa fé, Elienai Cabral, Ed. CPAD.

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